26 de junho de 2016

CONGRESSOS ONCOLOGIA 2016

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V CONGRESSO DE FARMÁCIA HOSPITALAR EM ONCOLOGIA DO INCA

Data: 27 a 29 de outubro de 2016.
Local: Rio de Janeiro - RJ
Informações: www.inca.gov.br

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IX CONGRESSO FRANCO-BRASILEIRO DE ONCOLOGIA

Data: 10 a 12 de novembro de 2016
Local: Rio de Janeiro - RJ
Informações: www.congressofrancobrasileiro.com.br

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XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA

Data: 15 a 19 de novembro de 2016
Local: Rio de Janeiro - RJ
Informações: www.sobope2016.com.br

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XII CONGRESSO MUNDIAL DE FARMACÊUTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA

Data: 08 a 10 de novembro de 2016
Local: Gramado - RS
Informações: www.congressomundial.org






30 de maio de 2016

INTERVENÇÕES FARMACÊUTICAS REALIZADAS NO MANEJO DA TOXICIDADE A TERAPIA ANTINEOPLÁSICA PARENTERAL AMBULATORIAL EM INSTITUTO DE ONCOLOGIA, DE HOSPITAL DE MÉDIO PORTE DE SÃO PAULO

Carla Cruz Garcia – carla.garcia@santapaula.com.br;
Carla Fernandes – carla.fernandes@santapaula.com.br;
Luana Martins Carrasqueiras – qt@santapaula.com.br;
Fabiana Nossi Sampaio - Fabiananfb@yahoo.com.br;
Marina Berttoti Genuino – marina.genuino@gmail.com;

 Hospital Santa Paula - SP

Introdução: Os agentes antineoplásicos parenterais, os chamados citotóxicos ou quimioterápicos, atuam nas células em proliferação do câncer, e como não são seletivos acabam promovendo ação citotóxica nas células normais com alta taxa de proliferação. Os efeitos tóxicos dependem do tempo de exposição e da concentração plasmática do antineoplásico; podendo acometer diversos tecidos. A toxicidade da terapia antineoplásica possui um impacto negativo sobre a adesão ao tratamento e efetividade do mesmo, tão como, a qualidade de vida dos pacientes.

Objetivos: Evidenciar a importância do acompanhamento farmacêutico a pacientes em terapia antineoplásica ambulatorial com foco no manejo de toxicidade a antineoplásicos.  

Metodologia: realizado estudo unicêntrico, descritivo e transversal no Instituto de Oncologia de hospital de médio porte, município de São Paulo (SP). Foram quantificadas e analisadas as intervenções farmacêuticas realizadas durante o acompanhamento farmacêutico a pacientes em terapia antineoplásica parenteral ambulatorial, no período de janeiro a dezembro de 2015. Os dados foram coletados das fichas de acompanhamento farmacêutico dos pacientes do Instituto de Oncologia. As intervenções farmacêuticas foram analisadas frente a aceitabilidade por parte do corpo clínico; e classificadas de acordo com categorias padronizadas na instituição.  

Resultados: Foram acompanhados 1116 pacientes ambulatoriais, sendo realizadas 538 intervenções farmacêuticas no manejo de toxicidade, com taxa de aceitabilidade pelo corpo clínico de 99%. Evidenciado que a maioria das intervenções foram relacionadas a: toxicidade do trato gastrintestinal (245, 46%), profilaxia de toxicidade frequente (129, 24%), toxicidade dermatológica (75, 14%), toxicidade sistema musculo-esquelético (25,5%), toxicidade relacionada a outros sistemas (22, 4%), toxicidade hematológica (21, 4%), reações infusionais (12, 2%) e toxicidade renal e urológica (6, 1%).

Conclusão: O estudo evidenciou que o farmacêutico clínico oncológico inserido na equipe multidisciplinar contribui no manejo de toxicidade a terapia antineoplásica ambulatorial, minimizando seu impacto negativo na adesão a terapia antineoplásica e na qualidade de vida do paciente.

Poster in: Anais do VIII Congresso da SOBRAFO - 20 a 22 de maio de 2016 - Florianópolis - SC

31 de março de 2016

ESTUDO PILOTO DE UTILIZAÇÃO DE MEDICAMENTOS ANTIEMÉTICOS EM UMA UNIDADE DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA

Naiane Roveda Marsilio, Gabriella Calvi Sampaio, Denise Bueno

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Objetivo: Avaliar a utilização de medicamentos antieméticos em uma unidade de oncologia pediátrica de um hospital universitário de Porto Alegre através de um estudo piloto.

Métodos: Estudo transversal, observacional, com análise de prontuários eletrônicos de pacientes internados em uma unidade de oncologia pediátrica de um hospital universitário de Porto Alegre. Foram analisados prontuários de pacientes com idades entre 0 e 18 anos recebendo quimioterapia. Para análise dos dados, foram pesquisadas as seguintes variáveis: idade, sexo, diagnóstico, período de internação, regime quimioterápico, potencial emetogênico, regime antiemético e frequência de emese e sua gravidade.

Resultados: Foram analisados 30 prontuários. A profilaxia antiemética foi realizada em todos os pacientes pesquisados, sendo a ondansetrona e o dimenidrinato os medicamentos mais utilizados. Os medicamentos antieméticos foram administrados em politerapia, com o predomínio da combinação ondansetrona, dimenidrinato e metoclopramida. Os episódios de vômitos ocorreram em 43,3% dos casos, sendo mais frequentes nos pacientes que receberam quimioterapia de alto risco emetogênico.

Conclusão: Os casos de câncer em crianças e a frequência de episódios de náuseas e vômitos como efeitos adversos do tratamento quimioterápico justificam pesquisas contínuas nessa área, com o intuito de qualificar a assistência à saúde desta população.

 Rev. Bras. Farm. Hosp. Serv. Saúde São Paulo v.5 n.1 42-47 jan./mar. 2014

29 de fevereiro de 2016

Interações Medicamentosas com Tamoxifeno na Prática Clínica

Kamila Mesacasa Trentin - Universidade de Passo Fundo / RS
Mariane Roman - Universidade de Passo Fundo / RS
Siomara Regina Hahn - Universidade de Passo Fundo / RS
Mateus Tatsch de Mello - Hospital da Cidade de Passo Fundo / RS
Carla Beatrice Crivellaro Gonçalves - Universidade de Passo Fundo / RS

Introdução: Tamoxifeno é um fármaco utilizado por pacientes em tratamento contra câncer de mama que apresentam positividade para receptor de estrogênio HER-2, sendo antagonista direto nesses receptores em células mamárias, proporcionado redução do crescimento desordenado destas. Embora sua utilização seja segura, existem interações medicamentosas com alguns antidepressivos da classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina que abrangem interações farmacocinéticas de metabolismo e farmacodinâmicas devido a redução do metabólito ativo do tamoxifeno, o endoxifeno.

Objetivos: Avaliar a incidência de interações entre o tamoxifeno e antidepressivos em pacientes que usam essa terapia.

Métodos: Este estudo foi desenvolvido em maio e junho 2013, onde foi realizada uma entrevista com pacientes que retiram tamoxifeno no serviço de oncologia através de um questionário estruturado que buscou informações sobre o paciente, a doença e a terapia. O projeto foi aprovado pela Comissão de Ética em Pesquisa da universidade sob número CAAE nº 14699213.4.0000. Resultados: 94 pacientes retiram tamoxifeno mensalmente no serviço de oncologia e destes, 43 pacientes foram entrevistados, sendo 41 (95,3%) do sexo feminino. Destes, 22 (51,2%) não utilizam antidepressivos, 5 (11,6%) já usaram anteriormente e 16 (37,2%) fazem uso atualmente concomitante ao tamoxifeno. Os fármacos antidepressivos citados foram fluoxetina (6/37,5%), sertralina (4/25%), paroxetina (3/18,8%), venlafaxina (2/12,5%) e desvenlafaxina (1/6,3%).

Conclusões: Fluoxetina, sertralina e paroxetina apresentam interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas com tamoxifeno que pode comprometer a efetividade da terapia antineoplásica. Já venlafaxina, desvenlafaxina e citalopram são fármacos desprovidos dessa propriedade, podendo ser uma alternativa terapêutica para os pacientes que precisam ser tratados com antidepressivos concomitante com tamoxifeno.

Congresso de Farmácia Hospitalar: IX Brasileiro e II Sulamericano - 2013

31 de janeiro de 2016

MANUAL DE 184 MEDICAMENTOS CITOSTÁTICOS



Manual de Medicamentos Citostáticos é um livro com todos os fundamentos necessários para uso pela Equipe Multiprofissional que atuam em Unidades ou Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON), que apresenta informações sobre medicamentos citostáticos para todos os estudantes e profissionais da área de saúde, com o objetivo de complementar uma abordagem multiprofissional ao paciente oncológico. Livro contendo 184 medicamentos e com os seguintes capítulos: glossário farmacêutico, glossário de oncologia, lista de abreviaturas e siglas, tabela geral de diluição, manipulação de drogas citostáticas, PGRSS com pictogramas e símbolos de identificação de grupos de resíduos, medicamentos com resumo das toxicidades e as monografias dos medicamentos. Considero este livro uma futura publicação multiprofissional indispensável para todos os profissionais da área de saúde, que necessitam de informações atualizadas e precisas, abordando de maneira clara, simples e objetiva os estudos, principalmente, sobre protocolos para extravasamento, em condutas na superdose e na contaminação acidental, normas do PGRSS, assim como a diluição, compatibilidade e estabilidade de medicamentos citostáticos.   Neste sentido, o livro aborda as seguintes informações:
  • Agradecimentos
  • Nota
  • Apresentação
  • Prefácio
  • Introdução
  • Glossário farmacêutico
  • Glossário de oncologia
  • Lista de abreviaturas e siglas
  • Tabela de conversão p/ diluição (mg para mcg)
  • Tabela de conversão p/ diluição (g para mg)
  • Manipulação de medicamentos citostáticos
  • PGRSS
  • Medicamentos e resumos das toxicidades
  • Monografias dos medicamentos citostáticos
  • Índice geral dos medicamentos

Tópicos de abordagem:

  • nome genérico do produto
  • nomes comerciais
  • sinonímia e outras denominações
  • forma farmacêutica
  • categoria terapêutica
  • farmacocinética
  • posologia
  • reações adversas
  • regimes especiais de posologia
  • alertas de administração
  • precauções
  • interações medicamentosas
  • condutas na superdose
  • medidas após a contaminação acidental
  • protocolo para extravasamento
  • biossegurança ocupacional
  • normas internacionais de transporte do produto
  • PGRSS
  • estabilidade da solução reconstituída no frasco de vidro
  • concentração após reconstituição no frasco de vidro
  • vias e formas de administração
  • diluentes
  • volume final e tempo de infusão
  • compatibilidade com as soluções e com os equipamentos
  • incompatibilidade com as soluções e com os equipamentos
  • estabilidade em seringa plástica
  • estabilidade em bolsa plástica de PVC, poliolefina, PEBD e de EVA

26 de dezembro de 2015

Stability of Bevacizumab Divided in Multiple Doses for Intravitreal Injection

Nopasak Phasukkijwatana, Jutalai Tanterdtham, Daroonporn Lertpongparkpoom
 

Objective: To investigate the stability of bevacizumab in multiple doses divided from a single-use vial for intravitreal injection after storage at 4°C for up to six months and under drug transfer condition in tropical climate.

Material and Method: Five syringes (0.1 mL, 2.5 mg) of bevacizumab were withdrawn each from five new bevacizumab single-use vials (4 mL, 100 mg) under sterile technique. The concentration of bevacizumab in each syringe was measured at two dilutions (2x106 and 4x106 fold) using enzyme-linked immunosorbent assay at baseline and after storage at 4°C for 1-, 3-, and 6-month. Each assay was performed at least twice. To simulate the drug transfer condition, bevacizumab was placed in a brown plastic bag and put in another transfer plastic bag with an ice cube for 30 minutes prior to the assay at 1-, 3-, and 6-month.

Results: The concentrations of bevacizumab (mean ± standard deviation) at baseline, 1-, 3-, and 6-month were 26.24±1.95, 25.43±3.80, 27.87±2.81, and 24.25±2.00 mg/mL, respectively. The lowest lower limit of 95% confidence interval for the mean concentration was 23.32 mg/mL at 6-month storage, which was 89% of the mean baseline concentration and considered to be non-inferior to the baseline concentration.

Conclusion: Bevacizumab in a single-use vial could be divided into multiple small doses for intravitreal injection with sufficient stability when refrigerated at 4°C for up to six months and under the drug transfer condition in tropical climate.

JOURNAL OF THE MEDICAL ASSOCIATION OF THAILAND, Vol 98, No 8