15 de maio de 2019

Livro Medicamentos Oncológicos na Prática Clínica 2ª edição


ALENTUZUMABE

MabCampath®; Lemtrada®; campath-1h; anticorpo monoclonal linfocítico; alemtuzumab.
 
Indicações terapêuticas: tratamento de linfomas não-Hodgkin, doenças auto-imune, esquemas de condicionamento para transplante de medula óssea e particularmente na leucemia linfóide crônica (LLC); está aprovado pela Comissão Europeia para tratamento de doentes com leucemia linfocítica crônica das células B (LLC-B) nos quais não é apropriado fazer quimioterapia de combinação com fludarabina. Indicado para doentes adultos com esclerose múltipla Surto-Remissão (EMSR) com doença ativa definida por critérios clínicos ou imagiológicos.

Categoria terapêutica: anticorpo monoclonal quimérico dirigido contra o CD 52, antígeno com alta expressão, não modulador, presente na superfície de praticamente todos os linfócitos B e T, normais e malignos do sangue periférico, assim como nos monócitos, timócitos e macrófagos. Após ligar-se às células CD52+, o anticorpo promove a lise de linfócitos através da fixação do complemento e da citotoxicidade mediada por células dependentes de anticorpo.

Medicamentos com grafia e som semelhantes: abciximabe, adalimumabe, ado-trastuzumabe, alirocumabe, atezolizumabe, avelumabe.

Descrição: frasco com 10 mg e 30 mg. Estocar sob refrigeração, não congelar e proteger da luz. (1)

Farmacocinética: concentrações séricas aumentaram com cada dose consecutiva dentro de um ciclo de tratamento e as maiores concentrações foram observadas após a última infusão de um ciclo de tratamento. A semivida alfa é de 4-5 dias e foi comparável entre ciclos, resultando em concentrações séricas baixas ou abaixo do limiar de detecção no período de 30 dias após cada ciclo de tratamento. É uma proteína, cuja via metabólica prevista, consiste na decomposição em pequenos péptidos e aminoácidos individuais através da ação de enzimas proteolíticas presentes em grande parte do sistema. Não foram realizados estudos de biotransformação.

Adultos: dose de 30 mg três vezes por semana, durante 12 semanas, SC ou EV durante 2 h. Esclerose múltipla: dose recomendada é de 12 mg/dia, EV durante 2 ciclos de tratamento. Ciclo de tratamento inicial: 12 mg/dia durante 5 dias consecutivos (dose total de 60 mg); 2º ciclo de tratamento: 12 mg/dia durante 3 dias consecutivos (dose total de 36 mg) administrados 12 meses após o ciclo de tratamento inicial.Dose máxima: não se recomenda administrar mais de 30 mg como dose única, nem doses acumuladas semanais superiores a 90 mg.(10,13,14)

Regime terapêutico:

Medicamento
Dose
Via
Administrar
Dose Total / Semanal
ALENTUzumabe
30 mg
EV / SC
3 x semana
90 mg
p Dose de 30 mg 3 x semana, durante 12 semanas, SC ou EV. Administrar 3 vezes por semana. Primeira semana doses de 3-10-30 mg. Semanas subsequentes: 30-30-30 mg.(13,14)
p Notas:
1.Dose máxima semanal: 90 mg.(13,14)
2.Dose de 30 mg nos dias D1, D3, D5 diluida em 100 mL de SF 0,9% e correr em 2 horas.

Regime terapêutico: alentuzumabe + rituximabe.(15)

Medicamentos
Dose
Via
Diluente
Dias
ALENTUzumabe
30 mg/dia
EV
100 mL SF 0,9% em 2 h
D2 ao D7
ALENTUzumabe
30 mg/dia
SC
-
10, 12, 17, 19, 24, 26
riTUXimabe
375 mg/m2
EV
500 mL SF 0,9%
D1
riTUXimabe
500 mg/m2
EV
500 mL SF 0,9%
D8, D15 e D22
p Alternativas:
1.Ciclo 2-3 (opcional): riTUXimabe: 500 mg/m2 IV no D1, D8, D15 e D22. ALENTUzumabe: 30 mg/dia SC no D3, D5, D10, D12, D17, D19, D24 e D26.
p Notas:
1.Pré-medicação: rituximabe e alentuzumabe - 30 min antes da infusão. Difenidramina: 50 mg EV. Dipirona: 1000 mg EV. Hidrocortisona: 100 mg EV.
2.riTUXimabe: diluir em 500 mL na concentração de 1-4 mg/mL e infundir de 3-8 h. Iniciar a 1ª infusão com 50 mg/h, posteriormente a velocidade poderá ser aumentada em 50 mg/h a cada 30 min até 400 mg/h. Para as infusões subsequentes, iniciar com 100 mg/h e aumentada com incrementos de 100 mg/h, a intervalo de 30 min até 400 mg/h.

Regime terapêutico: CFAR – ciclo 1.(15)

Dias
Medicamentos
Dose
Diluente
Volume
Infusão
Via
D3 ao D5
CicloFOSFAMida
250 mg/m2
SF 0,9%
100 mL
30 min
EV
D3 ao D5
Fludarabina
25 mg/m2
SF 0,9%
100 mL
30 min
EV
D1, D3, D5
ALENTUzumabe
30 mg
SF 0,9%
100 mL
2 h
EV
D2
riTUXimabe
375 mg/m2
SF 0,9%
500 mL
-
EV
p Ciclo 2-6: rituximabe 500 mg/m2 no D2.
p Notas:
1.Pré-medicação: rituximabe e alentuzumabe - 30 min antes da infusão. Difenidramina: 50 mg EV. Dipirona: 1000 mg EV. Hidrocortisona: 100 mg EV.
2.riTUXimabe: diluir em 500 mL na concentração de 1-4 mg/mL e infundir de 3-8 h. Iniciar a 1ª infusão com 50 mg/h, posteriormente a velocidade poderá ser aumentada em 50 mg/h a cada 30 min até 400 mg/h. Para as infusões subsequentes, iniciar com 100 mg/h e aumentada com incrementos de 100 mg/h, a intervalo de 30 min até 400 mg/h.

Dose na insuficiência renal: não é necessário o ajuste de dose.(10)

Dose na hemodiálise: não foram encontradas informações sobre ajuste de dose; CAPD, HD, CAV/VVHD: dose como ClCr <10 min.="" ml="" span="">(10)

Dose na insuficiência hepática: não é necessário o ajuste de dose.(10)

Ajuste de dose na toxicidade: hematológica (neutropenia ou trombocitopenia grave, não autoimune): Primeira ocorrência: contagem absoluta de neutrófilos abaixo de 250/μL e/ou contagem de plaquetas de até 25.000/μL - suspender a terapia e reiniciá-la com a mesma dose quando a contagem absoluta de neutrófilos for acima de 500/μL e a contagem de plaquetas for acima de 50.000/μL. Se o intervalo entre as administrações for de 7 dias ou mais, reiniciar com 3 mg/dia e aumentar até o máximo de 10 mg/dia, conforme a tolerância. Segunda ocorrência: contagem absoluta de neutrófilos abaixo de 250/μL e/ou contagem de plaquetas de até 25.000/μL - suspender a terapia e reiniciá-la com 10 mg/dia quando a contagem absoluta de neutrófilos for acima de 500/μL e a contagem de plaquetas for acima de 50.000/μL. Se o intervalo entre as administrações for de 7 dias ou mais, reiniciar com 3 mg/dia e aumentar até o máximo de 10 mg/dia, conforme a tolerância. Terceira ocorrência: contagem absoluta de neutrófilos abaixo de 250/μL e/ou contagem de plaquetas de até 25.000/μL - suspender permanentemente a terapia.

Reações adversas: calafrios, febre, náuseas, hipotensão, quando é administrado por via intravenosa; estes efeitos adversos estão ausentes ou são raros quando se utiliza a via subcutânea; eritema ou edema local grau 1; prurido ou discreta dor local; infecções oportunistas; apesar da profilaxia com antibacterianos e antivirais; toxicidade hematológica: neutropenia, trombocitopenia.Autoimunidade: tratamento pode resultar na formação de autoanticorpos e aumentar o risco de condições de mediação autoimune, incluindo púrpura trombocitopénica idiopática (PTI), alterações da tiroide ou, raramente, nefropatias (p. ex., doença antiglomerular da membrana basal). Devem ser tomadas precauções no caso de doentes com condições autoimunes anteriores além da EM, embora os dados disponíveis sugiram não haver qualquer agravamento das condições autoimunes preexistentes após o tratamento.

Precauções: contra-indicado para pacientes com história de hipersensibilidade do Tipo I ou de reações anafiláticas às proteínas murínicas ou a qualquer um dos componentes do produto. Também está contra-indicado em pacientes que apresentam infecções sistêmicas ativas, infectados pelo HIV ou que tenham doenças malignas secundárias ativas. Nefropatias: incluindo doença antiglomerular da membrana basal (anti-GMB), em doentes em ensaios clínicos de EM de acordo com uma mediana de 6,1 anos (máximo de 12 anos) de seguimento, tendo estas ocorrido geralmente no período de 39 meses após a última administração.

Monitorização do paciente: hemograma completo; recomendado o uso de antitérmicos e anti-histamínicos previamente à sua administração com escalonamento da dose a partir de 3 mg, segundo tolerância observada. Deve ser feita a profilaxia de infecções oportunistas, pelo uso de agentes antivirais e sulfametoxazol + trimetropima. Os corticoesteróides podem ser interrompidos, conforme apropriado, assim que se tiver efetuado o aumento da dose. Citopenias: com pouca frequência, foram notificadas suspeitas de citopenias autoimunes, p. ex., neutropenia, anemia hemolítica e pancitopenia, em ensaios clínicos de EM. Os resultados do hemograma completo devem ser utilizados para monitorizar as citopenias. Se uma citopenia for confirmada, deve iniciar-se a intervenção médica apropriada de imediato, incluindo o reencaminhamento para um especialista. Malignidade: como outras terapias imunomoduladoras, devem ser tomadas precauções ao iniciar a terapia no caso de doentes com malignidade preexistente e/ou continuada. Não se sabe atualmente se confere um maior risco de desenvolvimento de malignidade da tiroide, visto que a autoimunidade da tiroide em si, pode constituir um fator de risco.

Interações medicamentosas: não foram realizados estudos formais da interação medicamentosa com bevacizumabe na dose recomendada em doentes com esclerose múltipla. Num ensaio clínico controlado com doentes com esclerose múltipla recentemente tratados com interferon beta e acetato de glatirâmero, foi necessário interromper o tratamento 28 dias após o início do tratamento com bevacizumabe.

Uso na gravidez e na lactação: Toxicidade reprodutiva. Gravidez FDA categoria C. Mulheres com potencial para engravidar têm de usar métodos contraceptivos eficazes quando receberem um ciclo de tratamento e até 4 meses após cada ciclo de tratamento. Deverá ser administrado durante a gravidez unicamente se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto. A doença da tiroide representa riscos especiais em mulheres grávidas. Se não for realizado o tratamento do hipotiroidismo durante a gravidez, existe um maior risco de aborto espontâneo e efeitos no feto como, por exemplo, atraso de desenvolvimento mental e nanismo. Nas mães com doença de Graves, pode ocorrer transferência de anticorpos estimulantes do receptor da hormônio estimulador da tiroide, maternos para o feto, resultando em doença de Graves neonatal transitória. A amamentação deve ser interrompida durante cada ciclo de tratamento e durante 4 meses após a última infusão de cada ciclo de tratamento.(10)

Protocolo de diluição: frasco de 30 mg.

Concentração Inicial
Diluente
Volume Total
Concentração Final
30 mg
SF 0,9% ou SG 5%
100 mL
0,3 mg/mL
60 mg
SF 0,9% ou SG 5%
200 mL
0,3 mg/mL

Vias e formas de administração: SC: injeção SC direta; EV: infusão EV intermitente.

Protocolo pré-medicação: potencial emético baixo. Potencial anafilático alto. Difenidramina 50 mg, EV. Hidrocortisona 100-200 mg ou dexametasona 8-12 mg, EV/VO. Paracetamol 750 mg, VO.

Diluente, volume final e tempo de infusão: SF 0,9%, SG 5%. Lavar as linhas de infusão e equipos antes e após a infusão do medicamento. Não é necessário usar um filtro em linha. Injeção SC direta: não administrar mais de 1 mL em cada local de aplicação. Infusão EV intermitente: diluir em 100 mL e infundir em 2-4 h.(13,14)

Medicamento
Dose
Diluente
Volume
Infusão
Via
ALENTUzumabe
30 mg
SF 0,9% ou SG 5%
100 mL
2-4 h
EV




Cuidados gerais de enfermagem: proteger da luz durante a administração. Não foram observadas incompatibilidades entre solução de ALENTUzumabe e bolsa plástica, recipientes ou filtros de linha de PVC, polipropileno ou polietileno. Reações associadas à perfusão: por vezes fatais, incluindo broncospasmo, hipoxia, síncope, infiltrados pulmonares, síndrome de dificuldade respiratória aguda, paragem respiratória, enfarte miocárdico, arritmias, insuficiência cardíaca aguda e paragem cardíaca em doentes sem esclerose múltipla tratados com doses de alemtuzumabe mais altas e mais frequentes do que as utilizadas para o tratamento da esclerose múltipla. Foi ainda notificada anafilaxia e outras reações de hipersensibilidade, incluindo choque anafilático e angiedema.

Protocolo de tratamento do extravasamento:
                                                               
Medicamento
pH
Osmol
Excipientes
Categoria
ALENTUzumabe
6,8-7,4
270-310 mOsm/kg
EDTA dissódico, polisorbato 80, cloreto de potássio, cloreto de sódio, fosfato sódico dibásico, fosfato de potássio dibásico, água para injeção.
proteína modificada oncológica; produto biológico; irritante(5), exfoliante(5), neutra.(2,5,6), não irritante.(2,5,6)
p Compressa FRIA durante 30 min a cada 4 h durante 24 h. Aplicar hidrocortisona 1% creme a cada 6 h durante 7 dias.Adaptado de: Cardiff and Vale University. Cardiff. UK. 2016.(6)

Riscos ocupacionais: Não é considerado tóxico pela BC Cancer Hazardous Drug List (2018 BC Cancer HD List). Para minimizar o risco de exposição dermatológica, sempre utilizar luvas para manipular. Isto inclui todas as atividades em clínicas, farmácias, estoques e outros, incluindo a abertura da embalagem e inspeção, transporte, preparo da dose, administração. Usar EPIs no manejo dos RSS. Após a descontaminação, colocar os materiais num recipiente adequado, selar, rotular: Resíduos de Medicamentos.(11,12)

EPI
Limpeza
Incineração
Cancerígeno
Observações
Usar na administração dos medicamentos
Hipoclorito 2%
Água estéril
Detergente
Álcool 70%
Temperatura de decomposição:
acima de 300°C.
Não é cancerígeno para humanos
Evitar o contato com a pele, roupas e olhos
Limpeza: descontaminar com hipoclorito 2% + remoção do resíduo com água estéril + solução detergente antibacteriana em compressa estéril + desinfecção da área com álcool 70%.

Compatibilidade na administração de via: acetato de potássio, Aciclovir, ácido aminocapróico, ALfentanila, amifostina, amicacina, amiNOFILina, amioDARONA, ampicilina, ampicilina-sulbactam, anidulafungina, argatroban, atenolol, atracúrio, AZITromicina, aztreonam, bicarbonato de sódio, butorfanol, capreomicina, CARBOplatina, caspofungina, ceftizoxima, cimetidina, clorproMAZINA, ciprofloxacino, cisatracúrio, clindamicina, cicloFOSFAMida, cicloSPORINA, citarabina, cloreto de cálcio, cloreto de potássio, dacarbazina, DAUNOrrubicina, dexmedetomidina, dexrazoxano, digoxina, diltiazem, difenidrAMINA, DOBUTamina, DOPamina, doxacúrio, doxiciclina, DOXOrrubicina, droperidol, enaprilato, eFEDrina, EPIrrubicina, eptifibatida, eritromicina, esmolol, etoposido, famotidina, FENILEFrina, fenoldopam, fentaNILA, fentolamina, fluconazol, fludarabina, folinato de cálcio, foscarnete, fosfato de potássio, fosfato de sódio, fosfenitoina, fosfato de etoposido, GANciclovir, gatifloxacino, GENCITabina, GENTAmicina, glicopirrolato, gluconato de cálcio, granisetrona, haloPERidol, heparina, hidrALAZINA, hidrocortisona, HIDROmorfona, hidrOXIzina, IDArrubicina, ifosfamida, irinotecano, isoproterenol, labetalol, levofloxacino, lidocaína, linezolida, LORazepam, manitol, mecloretamina, melfalano, meperidina, meropenem, mesna, metoTREXATO, metildopato, metoclopramida, metoprolol, metroNIDAZOL, midazolam, milrinona, mitoXANtrona, mivacúrio, MOXifloxacino, mofetila, nesiritida, niCARdipino, nitroGLICERINA, nitroPRUSSIATO, nitrato de gálio, NOREPINEFrina, ondansetrona, OXALiplatina, PACLitaxel, palonosetrona, pamidronato, pancurônio, pentamidina, piperacilina, polimixina B, procainamida, proclorperazina, prometazina, propranolol, quiNIDina, ranitidina, remifentanila, rocurônio, sulfato de magnésio, SUFentanila, sulfametoxazol-trimetoprima, suxametônio, tacrolimo, teniposido, teofilina, tobramicina, topotecano, trióxido de arsênio, vancomicina, VASopressina, vecurônio, verapamil, vimBLAStina, vinCRIStina, voriconazol, zidovudina.(9)

Incompatibilidade na administração de via: ácido zoledrônico, aloPURinol, anfotericina B, anfotericina B LIPOSSOMAL, anfotericina B complexo lipídico, bumetanida, buprenorfina, cetorolaco, ceFAZolina, cefepima, cefOTAXima, cefoTEtan, cefOXitina, cefTAZidima, cefTRIAXona, cefuroxima, cloranfenicol, dantroleno, DAPTOmicina, DEXAmetasona, diazepam, dolasetrona, EPINEFrina, ertapenem, fenitoína, FENObarbital, furosemida, imipenem-cilastatina, insulina regular, lansoprazol, metilPREDNISolona, metohexital, morfina, nafcilina, nalbufina, naloxona, pantoprazol, PENTobarbital, pentazocina, piperacilina-tazobactam, tiopental, tiotepa, ticarcilina, ticarcilina-clavulanato.(9)

Estabilidade das soluções injetáveis diluídas em:

p SF 0,9% ou SG 5% na concentração de 0,3 mg/mL é de 8 h em TA em bolsa de infusão de PVC.(7)

p SF 0,9% na concentração de 0,28 mg/mL é de 14 dias em TA ou sob refrigeração em polipropileno.(8)

Referências:
1.UCL Hospital injectable medicines administration guide. Pharmacy Department. University College London Hospitals, 3rd ed. Wiley-Blackwell. London. 2010.
2.WOSCAN. Disponível em: http://www.woscan.scot.nhs.uk. Acesso em 12 de outubro de 2011.
3.Clinical Guideline for the management in extravasation of cytotoxic drugs in adults. Disponível em http://www.rcht.nhs.uk. Acesso em 20 de fevereiro de 2017.
4.Avon, Somerset and Wiltshire Cancer Services. ASWCS Policy for the Treatment of Extravasation Injury. Disponível em: http://www.avon.nhs.uk. Acesso em 20 de fevereiro de 2017.
5.West Suffolk Hospitals. Clinical Gideline Extravasation. Disponível em: http://www.wsh.nhs.uk. Acesso em 21 de fevereiro de 2017.
6.Cardiff and Vale University Health Board. Procedure for managing an extravasation. Disponível em: http://www.cardiffandvaleuhb.wales.nhs.uk. Acesso em 20 de fevereiro de 2017.
7.Hecq JD. Stabilité des Médicaments Injectables en Perfusion. Brussels: Baxter; 2005.
8.Kupfer M, Scriba G, Hartmann M. Stability of alemtuzumab in infusion bags. Pharmazie 2009;64( 9): 622-623.
9.Alemtuzumab. Micromedex® solutions. Disponível em: http://www.periodicos.capes.gov.br. Acesso em 31 de outubro de 2016.
10.Alemtuzumab. Disponível em: http://www.pdr.net. Acesso em 23 de agosto de 2017.
11.Alemtuzumab. Disponível em: http://www.sdsexplorer.com. Acesso em 07 de dezembro de 2017.
12.BCCA HD List.Disponível em: http://www.bccancer.bc.ca. Acesso em 29 dezembro de 2017.
13.Alemtuzumab protocol. Disponível em: http://www.londoncanceralliance.nhs.uk. Acesso em 16 de outubro de 2018.
14.BCCA Protocol Summary for the Treatment with Subcutaneous or Intravenous Alemtuzumab for Fludarabine-Refractory B-Chronic Lymphocytic Leukemia (B-CLL) or with Intravenous Alemtuzumab for Previously Untreated T-Prolymphocytic Leukemia (T-PLL). Disponível em: http://www.bccancer.bc.ca. Acesso em 16 de outubro de 2018.
15.Guia de protocolos e medicamentos para tratamento em oncologia e hematologia, 1º ed. São Paulo. 2013. Disponível em: https://medicalsuite.einstein.br. Acesso em 01 de abril de 2019.

15 maio, 2019


Livro Medicamentos Oncológicos na Prática Clínica 2ª edição


MEDICAMENTOS ONCOLÓGICOS NA PRÁTICA CLÍNICA 2ª ED. 2019

Gilberto Barcelos Souza

Editora Farmacêutica
2ª Edição 2019
ISBN 978-85-89248-21-1
1.023 páginas
Capa dura
Preço: R$ 239,00

Sumário
  • Agradecimentos
  • Nota
  • Prefácio
  • Apresentação
  • Introdução
  • Lista de abreviaturas e siglas
  • Conceitos básicos em oncologia
  • Cálculos farmacêuticos
  • Manipulação de medicamentos oncológicos
  • Extravasamento de medicamentos
  • Normatização de etiquetas para 
  • medicamentos oncológicos
  • Farmacovigilância na prática clínica hospitalar
  • Medicamentos Oncológicos: Monografias
  • Anexos
  • Índice geral dos medicamentos

ABIRATERONA
ACICLOVIR      
ÁCIDO ZOLEDRÔNICO     
ACITRETINA      
ACLARRUBICINA      
AFATINIBE       
AFLIBERCEPT     
ALENTUZUMABE      
ALFAINTERFERONA  A RECOMBINANTE  
ALFAINTERFERONA  B RECOMBINANTE    
ALTRETAMINA      
AMIFOSTINA     
AMINOGLUTETIMIDA     
AMSACRINA      
ANAGRELIDA       
ANASTROZOL       
APREPITANTO      
ASPARAGINASE       
ATEZOLIZUMABE      
AVELUMABE     
AXITINIBE       
AZACITIDINA     
BCG     
BENDAMUSTINA      
BEVACIZUMABE       
BEXAROTENO      
BICALUTAMIDA       
BLEOMICINA     
BLINATUMOMABE     
BORTEZOMIBE       
BOSUTINIBE      
BRENTUXIMABE      
BROMOCRIPTINA      
BUSSERRELINA       
BUSSULFANO       
CABAZITAXEL       
CABERGOLINA       
CAPECITABINA       
CARBOPLATINA       
CARFILZOMIBE       
CARMUSTINA      
CETUXIMABE       
CICLOFOSFAMIDA      
CICLOSPORINA       
CIPROTERONA       
CISPLATINA      
CITARABINA      
CITARABINA LIPOSSOMAL      
CLADRIBINA      
CLODRONATO      
CLOFARABINA      
CLORAMBUCILA       
CRIZOTINIBE     
DABRAFENIBE      
DACARBAZINA       
DACTINOMICINA      
DARATUMUMABE      
DASATINIBE      
DAUNORRUBICINA      
DEGARELIX      
DENOSUMABE       
DEXAMETASONA      
DEXRAZOXANO       
DICLORETO DE RÁDIO-        
DIETILESTILBESTROL      
DINUTUXIMABE       
DOCETAXEL      
DOXORRUBICINA      
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL    
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL PEGUILADO     
DURVALUMABE       
ELOTUZUMABE       
ENZALUTAMIDA       
EPIRRUBICINA      
ERITROPOETINA      
ERLOTINIBE      
ESTRAMUSTINA       
ESTREPTOZOCINA      
ETOPOSIDO      
EVEROLIMO      
EXEMESTANO      
FILGRASTIM      
FLUDARABINA       
FLUORURACILA       
FLUTAMIDA      
FOLINATO DE CÁLCIO     
FULVESTRANTO       
GANCICLOVIR      
GEFITINIBE      
GENCITABINA      
GENTUZUMABE OZOGAMICINA    
GOSSERRELINA       
HIDROXIUREIA       
IBRITUMOMABE      
IBRUTINIBE      
IDARRUBICINA       
IFOSFAMIDA     
IMATINIBE       
IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO 
IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA   
INTERLEUCINA       
IPILIMUMABE      
IRINOTECANO      
IXABEPILONA       
LAPATINIBE      
LENALIDOMIDA       
LETROZOL       
LEUPRORRELINA      
LOMUSTINA      
MECLORETAMINA      
MEGESTROL      
MELFALANO     
MERCAPTOPURINA      
MESNA       
METOTREXATO       
MIDOSTAURINA       
MITOMICINA       
MITOTANO      
MITOXANTRONA      
MORFINA       
NAB-PACLITAXEL      
NELARABINA     
NILOTINIBE      
NILUTAMIDA     
NIVOLUMABE      
OCTREOTIDA     
OFATUMUMABE      
OLARATUMABE       
ONDANSETRONA      
OXALIPLATINA      
PACLITAXEL      
PALBOCICLIBE      
PAMIDRONATO       
PANITUMUMABE      
PAZOPANIBE     
PEGASPARGASE       
PEGFILGRASTIM       
PEMBROLIZUMABE      
PEMETREXEDE       
PERTUZUMABE       
PLERIXAFOR      
POMALIDOMIDA      
PONATINIBE      
PROCARBAZINA       
QUINAGOLIDA       
RALTITREXEDE       
RASBURICASE      
REGORAFENIBE       
RITUXIMABE     
ROMIDEPSINA       
RUXOLITINIBE      
SARGRAMOSTIM      
SORAFENIBE     
SUNITINIBE      
TALIDOMIDA     
TAMOXIFENO       
TEMOZOLOMIDA      
TEMSIROLIMO       
TENIPOSIDO      
TIOGUANINA       
TIOTEPA      
TOPOTECANO      
TRAMADOL      
TRAMETINIBE      
TRASTUZUMABE      
TRASTUZUMABE ENTANSINA     
TREOSSULFANO       
TRETINOÍNA      
TRIÓXIDO DE ARSÊNIO    
VANDETANIBE      
VEMURAFENIBE       
VIMBLASTINA      
VINCRISTINA     
VINCRISTINA LIPOSSOMAL     
VINDESINA      
VINFLUNINA     
VINORELBINA        
VISMODEGIBE        
VORINOSTATE

16 de abril de 2019

EVALUACIÓN DE UN DESINFECTANTE PARA LAS CABINAS DE FLUJO LAMINAR VERTICAL

PEREZ ANDREU L, MOYA ABRIL R, GARCIA FRANCO S, MUÑOZ CELDRÁN D, PÉREZ SANCHEZ ML, RODRIGUEZ DIAZ A, CHICA MARCHAL AM, VINEY . AC

HOSPITAL GENERAL UNIVERSITARIO SANTA LICIA. C/ MEZQUITA S/N PARAJE DE LOS ARCOS 30202. MURCIA

OBJETIVOS Comparar la efectividad de un nuevo desinfectante en la limpieza de las cabinas de flujo laminar vertical (CFLV) con el desinfectante hasta ahora utilizado, para su posterior implantación.

MATERIALES Y MÉTODOS Estudio cuasi-experimental de las muestras recogidas en la CFLV antes y después de su limpieza con los desinfectantes, durante un periodo de 15 días, y su seguimiento comparativo microbiológico posterior de cada muestra durante un plazo de incubación de 72h. En el servicio de farmacia hospitalaria de tercer nivel asistencial disponemos de dos CFLV A y B. Antes de comenzar su actividad diaria recogemos una muestra control de cada cabina, para su posterior comparación con las muestras del estudio. A continuación, realizamos su limpieza por arrastre, de dentro hacia fuera en las superficies horizontales, de arriba hacia abajo en los laterales y con la cabina en funcionamiento según lo establecido en el procedimiento normalizado de trabajo. En la CFLV-A utilizamos para su limpieza el nuevo desinfectante de superficies de productos sanitarios no invasivos de amonio cuaternario, en la CFLV-B utilizamos el desinfectante hasta ahora utilizado etanol de 70º. Tras terminar la limpieza con sus respectivos desinfectantes tomamos una muestra de cada cabina para su posterior seguimiento microbiológico en un medio de cultivo agar sangre con una siembra en superficie. Tras finalizar la actividad diaria en las cabinas se vuelve a limpiar las cabinas mediante el mismo procedimiento y se activan los rayos UV durante 20 minutos. Realiza la limpieza y recogida de las muestras el mismo técnico durante todo el estudio para evitar la variabilidad interindividual y poder garantizar la mayor similitud en los procedimientos de ambas cabinas.

RESULTADOS Y CONCLUSIONES Durante el periodo de estudio, obtenemos 16 muestras (8 controles, 4 con etanol de 70º y 4 con amonio cuaternario), que fueron observadas cada una de ellas a las 24h, a las 48h y a las 72h. Obteniendo en cada una de ellas el 0% de unidades formadoras de colonias (UFC).

Conclusiones Según los resultados obtenidos por el laboratorio de microbiología, no ha crecido ningún microorganismo en ninguna muestra. En nuestra experiencia los dos desinfectantes realizan correctamente su función teniendo en cuenta el nivel de asepsia de las CFLV. Por otra parte, analizando los dos desinfectantes por separado, el amonio cuaternario según ficha técnica es bactericida, fungicida y viricida, tanto en medio ácido como alcalino, frente al etanol de 70º que es bactericida, pero, aunque no tiene efecto viricida sobre aquellos virus con envoltura lipídica y tiene poco efecto residual.

Teniendo en cuenta todas estas consideraciones y según lo establecido en el Real Decreto 1591/2009, del 16 de Octubre, decidimos que podemos implantar el amonio cuaternario como desinfectante habitual para aumentar y mejorar la calidad y seguridad en las CFLV. Ofreciendo mayores garantías al trabajador y al material manipulado.

POSTER IN: 63 ed Congreso Nacional de la Sociedad Española de Farmacia Hospitalaria (SEFH) - Palma - 8 al 10 de Noviembre de 2018.

29 de março de 2019

Dicas MOC – Estadiamento do câncer de mama com uso de aplicativo


O estadiamento do câncer de mama tornou-se mais complexo com o novo TNM que entrou em vigor no início de 2018, após a 8ª edição da American Joint Commitee on Cancer (AJCC). Por outro lado, é evidente que essas mudanças têm permitido um tratamento mais personalizado para as pacientes, tendo em vista que o novo TNM incorpora fatores biológicos e analisa um número maior de variáveis, como, grau histológico (G), HER-2, receptor estrógeno e receptor de progesterona, além de testes genômicos para grupos específicos de pacientes.
O MOC-Dicas deste mês traz como dica um aplicativo que permite facilitar o correto estadiamento das pacientes com câncer de mama.
Para apresentar a ferramenta (TNM8 Breast Cancer Calculator), convidamos o Dr. Wesley Pereira Andrade, Mastologista e Cirurgião Oncologista, idealizador do aplicativo.

28 de fevereiro de 2019

Correlação entre a dosagem sérica de vancomicina e desfechos clínicos em pacientes críticos

Thais Endson Reis1, Vinicius Machado Santos1, Carlos André Lins Ávila1, Juan Carlos Rosso Verdeal1

1Hospital Barra D’Or - Rio de Janeiro (RJ), Brasil

Objetivo: Descrever os pacientes críticos tratados com vancomicina e correlacionar os desfechos graves à primeira vancocinemia elevada após início de tratamento, com ou sem dose de ataque.

Métodos: Estudo retrospectivo realizado em hospital privado do Rio de Janeiro entre 2015 e 2017, visando analisar o efeito da primeira vancocinemia nos seguintes desfechos: complicações renais e mortalidade. Utilizamos os testes de Mann-Whitney para variáveis contínuas, log rank test para análise de sobrevida e análise multivariada por regressão logística.

Resultados: Foram incluídos 63 pacientes tratados com vancomicina. Vancocinemias elevadas (=20 mcg/dl) foram encontradas em 52,5% dos casos. Do total de pacientes, 31,7% evoluíram com disfunção renal leve (55% com vancocinemia alta) e apenas 01 necessitou de suporte dialítico. As principais causas para uso da vancomicina foram sepse de foco indeterminado (27%), infecções respiratórias (24%) e infecção de corrente sanguínea (14%). Quinze pacientes (23,8%) morreram na UTI. Não houve diferença de sobrevida entre grupos com vancocinemia. Na análise multivariada, o uso concomitante de vasopressores correlacionou-se com pior desfecho e a utilização de doses de ataque acima de 5 mg/dl foi fator protetor.

Conclusão: Não observamos correlação entre a dosagem elevada da primeira vancocinemia e disfunção renal ou óbito. A administração da dose de ataque>15mg/Kg foi associada a melhor desfecho.

E-poster in: XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva. São Paulo. SP. 2018.

28 de dezembro de 2018

Impacto do Protocolo de Sepse em unidade de terapia intensiva pediátrica oncológica no Norte do Brasil

Patricia Barbosa de Carvalho1, Jose Miguel Alves Junior1, Emmerson Carlos Franco de Farias1, Bruna da Cunha Ghammachi1, Mary Lucy Ferraz Maia1, Alayde Wanderley1, Amanda Jacomo1, Anna Maria Alves1

1Hospital Oncológico Infantil Otavio Lobo - Belém (PA), Brasil

Objetivo: Relatar o impacto do Protocolo gerenciado de Sepse na redução de mortalidade em um hospital oncológico pediátrico no norte do Brasil.

Métodos: Foram coletados dados de prontuário, bem como dados da ficha de triagem para Sepse, no período de setembro de 2016 a maio de 2018. Tais dados foram colocados em planilha word excel 2010, para posterior analise. Todos os óbitos do período foram analisados, para afastar atividade de doença ou outras causas.

Resultados: A taxa de mortalidade por sepse observada em 2016, antes da implantação do protocolo foi de 80%, sendo observado redução da mortalidade para 20% em 2017 e 8% em 2018. A taxa de  adesão ao protocolo foi de 20% em 2016, 59% em 2017 e 100% em 2018. Quanto ao desfecho alta, 0% dos pacientes que apresentaram sepse, tiveram esse desfecho em 2016; 145 dos óbitos, receberam alta em 2017 e 91% dos pacientes em sepse ou choque séptico, receberam alta em 2018. Quanto a coleta de lactato e hemocultura, 20% dos pacientes foram coletados em 2016, 70% em 2017 e 100% em 2018, com tempo médio de coleta de 40 minutos em 2017 e 20 minutos em 2018. O tempo para administração de antibioticoterapia foi de 40 min em 2017 e 28 minutos em 2018.

Conclusão: O presente estudo, revela a importância de protocolo gerenciado, além de educação continuada sobre o assunto, objetivando o reconhecimento precoce, com consequente redução de mortalidade em pacientes oncológicos pediátricos.

E-poster in: XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva. São Paulo. SP. 2018

21 de novembro de 2018

Colutório de Clorexidina, Lidocaína e Nistatina para o Tratamento de Mucosite Oral: Padronização de uma Fórmula para Uso em Pacientes em Cuidados Paliativos Oncológicos

Luiz Filgueira de Melo Neto, Maihara da Silva Borges, Camila Theodoro das Neves, Marcela Miranda Salles, Gilberto Barcelos Souza, Rachel Nunes Ornellas, Fábio Moore Nucci, Nayara Fernandes Paes, Bruna Figueiredo Martins, Rute Barbosa Santos.

Farmacêuticos. Setor de Farmácia Hospitalar. Unidade de Farmácia Clínica. Médico. Clínica de Hematologia. Hospital Universitário Antonio Pedro. Universidade Federal Fluminense. Niterói. Rio de Janeiro. Brasil.  E-mail: farmacia@huap.uff.br

Introdução: Mucosites são inflamações da mucosa da boca, que podem provocar ulcerações, desconforto e dor forte. A maioria dos quimioterápicos pode causar mucosite. O tratamento da mucosite oral é um desafio para todos os profissionais de saúde por poder comprometer a nutrição dos doentes, a higiene oral, a qualidade de vida e ainda aumentar o risco de desenvolvimento de infeções orais. 

Objetivo: Escolha de uma fórmula farmacêutica magistral para o tratamento de mucosite, que seja barata, simples, eficaz e que possa ser reproduzida em hospitais da rede pública. 

Método: Realizou-se a busca ativa no período de agosto de 2018 nos sites especializados: Stabilis.org (France); Serviço de Farmácia do Hospital Universitário de Genebra. Suisse e complementando com fontes terciárias citadas. Stabilis. Disponível em: http://www.stabilis.org. Acesso em 27 de agosto de 2018; Le soins de bouche. Service de Pharmacie. Centre Hospitalier Universitaire Vaudois. Disponível em: http://www.chuv.ch. Acesso em: 13 de junho de 2018; Formulaire Therapeutic Magistral. Disponível em: http://www.fagg-afmps.be. Acesso em 13 de agosto de 2018; Lidocaine 2% Diphenhydramine 0,5% Dexamethasone Sodium Phosphate 0,05% Solution. Disponível em: http://www.compoundingmatters.com. Acesso em 28 de agosto de 2018; Lidocaína 5% Viscosa. Servicio de Farmacia. Institut Catala d’Oncologia-Duran y Reynalds. Barcelona. 2017. 

Resultados: Numa pesquisa anteriormente realizada, localizamos mais de 20 formulações para uso no tratamento da mucosite. A fórmula escolhida para ser padronizada no Hospital Universitário apresenta a seguinte composição: Digluconato de Clorexidina 0,12% (2 mL) + Nistatina Suspensão Oral 100.000 unidades/mL (20 mL), Cloridrato de Lidocaína 2% Sem Vasoconstritor (40 mL) + Essência da Canela ou Hortelã (8 gotas) + Água Para Injeção qs. 100 mL. Estabilidade de 14 dias sob refrigeração. Esta fórmula pode ser reproduzida com as apresentações comerciais existentes normalmente no Serviço de Farmácia. 

Conclusão: A ausência de uma formulação de tratamento para a mucosite reforça a multidisciplinaridade, sendo fundamental a participação do farmacêutico clínico na orientação e no estudo para desenvolver uma formulação adequada para o hospital.

Pôster Eletrônico no VI CONGRESSO INTERNACIONAL ONCOLOGIA D’OR, realizado nos dias 9 e 10 de novembro de 2018, no WINDSOR OCEÂNICO HOTEL.