Gilberto Barcelos Souza. Farmacêutico. Trabalhou durante 40 anos no Serviço de Farmácia do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP) ● Universidade Federal Fluminense (UFF) ● 30 Livros publicados ● Extravasamento ● Oncológicos Injetáveis ● Oncológicos Orais ● Imunoterápicos ● Protocolos Quimioterapia ● Interações em Oncologia ● Manipulação Magistral ● Guia Medicamentos Injetáveis ● Oncologia Pediátrica ● Editor do www.meuslivrosdefarmacia.com.br. Editor do www.meuslivrosdeoncologia.com.br
31 de outubro de 2018
15 de setembro de 2018
Erros de Medicamentos Identificados por Farmacêuticos em uma Central de Misturas Intravenosas de um Hospital Oncológico
Douglas Abramoski Ribeiro1; Isabelle Watanabe Daniel1; Kelly Karoline dos Santos1; Karina da Silva Aguiar1; Jamile Machado dos Santos1; Monica Cristina Cambrussi1; Solane Picolotto1; Marcela Bechara Carneiro1
1 Hospital Erasto Gaertner. Curitiba (PR), Brasil.
Endereço para correspondência: Douglas Abramoski Ribeiro. Rua Dr. Ovande do Amaral, 201. Curitiba (PR), Brasil. CEP 81520-060. E-mail: douglas_aribeiro@hotmail.com.
Introdução: Os erros de medicamentos acarretam morbi-mortalidade e podem ser evitáveis, tornando-se relevante identificar a natureza dos erros para ações de prevenção, em especial para medicamentos de baixo índice terapêutico como os antineoplásicos.
Objetivo: Identificar os possíveis problemas relacionados a medicamentos (PRM), encontrados durante o processo de análise de prescrição pelos farmacêuticos da Central de Misturas Intravenosas (CMIV).
Método:
Trata-se de um estudo retrospectivo realizado de julho a agosto de 2016 em um hospital oncológico do Brasil e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa local. Todas as prescrições médicas eletrônicas contendo antineoplásicos e fármacos adjuvantes recebidas na Central de Misturas Intravenosas foram avaliadas e validadas pelos farmacêuticos do setor. Os PRMs detectados foram discutidos com o prescritor e posteriormente registrados. As variáveis analisadas foram: tipo de atendimento (ambulatorial ou internamento), medicamento envolvido, problema relacionado ao medicamento, intervenção farmacêutica (IF), aceitabilidade.
Resultados: Foram avaliadas 6104 prescrições, que corresponderam a 12128 medicamentos a serem preparados. Identificaram-se PRM em 274 prescrições (4,5%) envolvendo 324 medicamentos (2,7%), sendo os principais PRM: informação necessária faltando na prescrição (ex. diluente, tempo de infusão) (n=117; 36,1%), subdose (n=35; 10,8%), problema farmacocinético requerendo ajuste de dose (n=34; 10,5%) e sobredose (n=29; 9,0%). No total, 44 medicamentos diferentes apresentaram algum PRM, sendo os principais: ácido zoledrônico (n=47, 14,5%), trastuzumabe (n=43, 13,3%) e carboplatina (n=34, 10,5%). Foram identificados 98 PRMs envolvendo a dose prescrita, representando 32,1% no total. Em 50% dos casos a dose estava acima do recomendado. Em 71 casos (72,4%) a dose prescrita desviou em mais de 10% da dose correta e em 13 casos (13,3%) essa variação foi maior do que 50%. A aceitabilidade da IF pela equipe médica foi de 98%, sendo as mais realizadas: inclusão de informações faltantes (n=117; 36,1%), alteração de dose (n=97; 29,9%) e cancelamento da prescrição (n=43, 13,3%). Conclusão: As IF realizadas a partir da análise de prescrições são capazes de identificar PRM e prevenir eventos adversos, fortalecendo e amplificando o papel do farmacêutico na equipe assistencial e na segurança do paciente.
Palavras-chave: Assistência Farmacêutica; Erros de Medicação; Institutos do Câncer.
Poster in: IX CONGRESSO BRASILEIRO DE FARMACÊUTICOS EM ONCOLOGIA. 2018.
1 Hospital Erasto Gaertner. Curitiba (PR), Brasil.
Endereço para correspondência: Douglas Abramoski Ribeiro. Rua Dr. Ovande do Amaral, 201. Curitiba (PR), Brasil. CEP 81520-060. E-mail: douglas_aribeiro@hotmail.com.
Introdução: Os erros de medicamentos acarretam morbi-mortalidade e podem ser evitáveis, tornando-se relevante identificar a natureza dos erros para ações de prevenção, em especial para medicamentos de baixo índice terapêutico como os antineoplásicos.
Objetivo: Identificar os possíveis problemas relacionados a medicamentos (PRM), encontrados durante o processo de análise de prescrição pelos farmacêuticos da Central de Misturas Intravenosas (CMIV).
Método:
Trata-se de um estudo retrospectivo realizado de julho a agosto de 2016 em um hospital oncológico do Brasil e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa local. Todas as prescrições médicas eletrônicas contendo antineoplásicos e fármacos adjuvantes recebidas na Central de Misturas Intravenosas foram avaliadas e validadas pelos farmacêuticos do setor. Os PRMs detectados foram discutidos com o prescritor e posteriormente registrados. As variáveis analisadas foram: tipo de atendimento (ambulatorial ou internamento), medicamento envolvido, problema relacionado ao medicamento, intervenção farmacêutica (IF), aceitabilidade.
Resultados: Foram avaliadas 6104 prescrições, que corresponderam a 12128 medicamentos a serem preparados. Identificaram-se PRM em 274 prescrições (4,5%) envolvendo 324 medicamentos (2,7%), sendo os principais PRM: informação necessária faltando na prescrição (ex. diluente, tempo de infusão) (n=117; 36,1%), subdose (n=35; 10,8%), problema farmacocinético requerendo ajuste de dose (n=34; 10,5%) e sobredose (n=29; 9,0%). No total, 44 medicamentos diferentes apresentaram algum PRM, sendo os principais: ácido zoledrônico (n=47, 14,5%), trastuzumabe (n=43, 13,3%) e carboplatina (n=34, 10,5%). Foram identificados 98 PRMs envolvendo a dose prescrita, representando 32,1% no total. Em 50% dos casos a dose estava acima do recomendado. Em 71 casos (72,4%) a dose prescrita desviou em mais de 10% da dose correta e em 13 casos (13,3%) essa variação foi maior do que 50%. A aceitabilidade da IF pela equipe médica foi de 98%, sendo as mais realizadas: inclusão de informações faltantes (n=117; 36,1%), alteração de dose (n=97; 29,9%) e cancelamento da prescrição (n=43, 13,3%). Conclusão: As IF realizadas a partir da análise de prescrições são capazes de identificar PRM e prevenir eventos adversos, fortalecendo e amplificando o papel do farmacêutico na equipe assistencial e na segurança do paciente.
Palavras-chave: Assistência Farmacêutica; Erros de Medicação; Institutos do Câncer.
Poster in: IX CONGRESSO BRASILEIRO DE FARMACÊUTICOS EM ONCOLOGIA. 2018.
29 de agosto de 2018
Perfil da Reconciliação Medicamentosa na Admissão de Pacientes Oncológicos e Pacientes em Cuidados Paliativos Internados em um Hospital Filantrópico de Grande Porte
Giselle Amorim Lira1; Daniel Porto Barbosa1; Lizete Gomes Carvalho Vitorino Filha1
1 Santa Casa de Misericórdia de Maceió. Maceió (AL), Brasil. Endereço de correspondência: Giselle Amorim Lira. Rua Barão de Maceió, 288, Centro, Maceió (AL), Brasil. CEP 57020-360. E-mail: gamorim017@gmail.com.
Introdução: Cuidados paliativos, segundo a Organização Mundial de Saúde, “é abordagem que promove qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameaçam a continuidade da vida, através de prevenção e alívio do sofrimento.” Importante aspecto é o uso de medicamentos para tratar os sintomas e medidas de conforto do paciente. A assistência farmacêutica é realizada com a monitorização da terapêutica farmacológica e com a Reconciliação Medicamentosa (RM), processo de obtenção de uma lista precisa e atualizada dos medicamentos que o paciente usa em domicílio, comparada com as prescrições médicas feitas na admissão, transferência e alta hospitalar, buscando evitar ou minimizar erros de omissão, duplicidade terapêutica e interação medicamentosa.
Objetivo: O trabalho teve como objetivo demonstrar o processo de RM na admissão de pacientes oncológicos e em cuidadospaliativos destacando a adesão da equipe médica e os principais motivos para a não reconciliação.
Métodos: Estudo realizado durante o ano 2017, com pacientes oncológicos internados e em cuidados paliativos. Foram coletadas listas dos medicamentos de uso domiciliar com o paciente ou acompanhante através de entrevista nas primeiras 48 horas de internação. Os pacientes incapazes de se comunicar verbalmente e que estavam desacompanhados foram excluídos. Para as discrepâncias encontradas foram realizadas intervenções junto à equipe médica pessoalmente, por telefone ou via internet. As informações coletadas foram compiladas em planilhas eletrônicas.
Resultados: Foram entrevistados 1312 pacientes e encontrados 384 erros relacionados à omissão de medicamento de uso domiciliar, sendo realizadas intervenções junto à equipe médica. Destaca-se que 93% dos pacientes entrevistados foram reconciliados na admissão e 91% das intervenções propostas obtiveram adesão médica. O principal motivo de não reconciliação foi a não adesão do médico à intervenção proposta (22%), seguido de paciente/acompanhante que não soube informar medicamentos domiciliares (23%), impossibilidade do contato com o médico (18%), alta hospitalar antes do contato com o médico (19%) e óbito antes do contato farmacêutico com o médico (18%).
Conclusão: Os resultados demonstram que a RM preveniu eventos relacionados a omissão de medicamentos de uso domiciliar, sendo eficiente na redução das discrepâncias encontradas e garantindo a continuidade da terapêutica durante a hospitalização, contribuindo para a segurança dos pacientes avaliados.
Palavras-chave: Reconciliação Medicamentosa; Oncologia; Cuidado.
Poster in: IX CONGRESSO BRASILEIRO DE FARMACÊUTICOS EM ONCOLOGIA. 2018.
1 Santa Casa de Misericórdia de Maceió. Maceió (AL), Brasil. Endereço de correspondência: Giselle Amorim Lira. Rua Barão de Maceió, 288, Centro, Maceió (AL), Brasil. CEP 57020-360. E-mail: gamorim017@gmail.com.
Introdução: Cuidados paliativos, segundo a Organização Mundial de Saúde, “é abordagem que promove qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameaçam a continuidade da vida, através de prevenção e alívio do sofrimento.” Importante aspecto é o uso de medicamentos para tratar os sintomas e medidas de conforto do paciente. A assistência farmacêutica é realizada com a monitorização da terapêutica farmacológica e com a Reconciliação Medicamentosa (RM), processo de obtenção de uma lista precisa e atualizada dos medicamentos que o paciente usa em domicílio, comparada com as prescrições médicas feitas na admissão, transferência e alta hospitalar, buscando evitar ou minimizar erros de omissão, duplicidade terapêutica e interação medicamentosa.
Objetivo: O trabalho teve como objetivo demonstrar o processo de RM na admissão de pacientes oncológicos e em cuidadospaliativos destacando a adesão da equipe médica e os principais motivos para a não reconciliação.
Métodos: Estudo realizado durante o ano 2017, com pacientes oncológicos internados e em cuidados paliativos. Foram coletadas listas dos medicamentos de uso domiciliar com o paciente ou acompanhante através de entrevista nas primeiras 48 horas de internação. Os pacientes incapazes de se comunicar verbalmente e que estavam desacompanhados foram excluídos. Para as discrepâncias encontradas foram realizadas intervenções junto à equipe médica pessoalmente, por telefone ou via internet. As informações coletadas foram compiladas em planilhas eletrônicas.
Resultados: Foram entrevistados 1312 pacientes e encontrados 384 erros relacionados à omissão de medicamento de uso domiciliar, sendo realizadas intervenções junto à equipe médica. Destaca-se que 93% dos pacientes entrevistados foram reconciliados na admissão e 91% das intervenções propostas obtiveram adesão médica. O principal motivo de não reconciliação foi a não adesão do médico à intervenção proposta (22%), seguido de paciente/acompanhante que não soube informar medicamentos domiciliares (23%), impossibilidade do contato com o médico (18%), alta hospitalar antes do contato com o médico (19%) e óbito antes do contato farmacêutico com o médico (18%).
Conclusão: Os resultados demonstram que a RM preveniu eventos relacionados a omissão de medicamentos de uso domiciliar, sendo eficiente na redução das discrepâncias encontradas e garantindo a continuidade da terapêutica durante a hospitalização, contribuindo para a segurança dos pacientes avaliados.
Palavras-chave: Reconciliação Medicamentosa; Oncologia; Cuidado.
Poster in: IX CONGRESSO BRASILEIRO DE FARMACÊUTICOS EM ONCOLOGIA. 2018.
28 de agosto de 2018
AACR 2018: Pembrolizumab antes da cirurgia promove redução de tumores de bexiga.
Dr Marcos André Costa, MD. Clinical Oncologist.
8 de agosto de 2018
MUCOSITE E FÓRMULAS FARMACÊUTICAS MAGISTRAIS PARA USO EM PACIENTES EM CUIDADOS PALIATIVOS ONCOLÓGICOS: REVISÃO DE LITERATURA
SOUZA, GILBERTO BARCELOS1; PEREIRA, AGUEDA CABRAL DE SOUZA1;
PAES, NAYARA FERNANDES1; MARTINS, BRUNA FIGUEIREDO1; MELO
NETO, LUIZ FILGUEIRA DE1; OLIVEIRA
JUNIOR, MAURICIO LAURO DE1;
FERREIRO, FERNANDO SÉRGIO DA SILVA1; ANTUNES, MÁRCIA DE SOUZA1.
1Hospital Universitário Antônio Pedro, Niterói, Rio
de Janeiro, Brasil.
Introdução: Mucosites são inflamações da mucosa da boca, que podem provocar
ulcerações, desconforto e dor forte. A maioria dos quimioterápicos pode causar
mucosite, e os que mais podem ocasionar esse efeito colateral são: capecitabina,
5-FU, doxorrubicina, docetaxel, paclitaxel.
Objetivos: Estabelecer, através de revisão de literatura, uma lista
de formulas farmacêuticas de uso magistral para o tratamento de mucosite.
Método: Realizou-se a busca ativa em sites especializados e publicações
internacionais.
Resultados: 24 fórmulações foram
encontradas para uso no tratamento da mucosite. Benzidamina;
Borato de sódio, lidocaína e mel rosado; Clobetasol e nistatina; Clorexidina,
lidocaína e nistatina; Difenidramina, lidocaína, misoprostol e triamcinolona; Hidrocortisona
1 mg/mL, tetraciclina 25 mg/mL e nistatina 25.000 unidades/mL colutorio; Lidocaína
composta suspensão bucal; Lidocaína viscosa 2% gel; Misoprostol 0,0024% e
lidocaína 1% colutorio; Nistatina 100.000 unidades/mL e lidocaína 2% colutorio;
Tetraciclina 2,5%, dexametasona 0,1%, clorfeniramina 0,2% e sucralfato 2% colutorio;
Tetraciclina 1,25%, difenidramina 0,125% e nistatina 20.000 unidades/mL
enxaguatório bucal; Triamcinolona 0,1% gel adesivo oral; Triamcinolona 0,5% e lidocaína
1% gel adesivo oral; Nistatina suspensão oral, bicarbonato de sódio, complexo
B solução oral e soro fisiológico; Lidocaína 200 mg/mL, nistatina suspensão, neomicina
solução 25 mg/mL, metilcelulose 1%. Mepivacaína 1%, Hidrocortisona, Gentamicina,
nistatina, bicarbonato de sódio; Clorexidina, lidocaína, nistatina e água;
Difenidramina 2,5 mg/mL, nistatina, bicarbonato de sódio e água; Sucralfato 20
g, nistatina 2 milhões de unidades e metilcelulose 1%; Lidocaína 2% e difenidramina
2,5 mg/mL; Lidocaína 5% e carbomelose 2%; Difenidramina, misoprostol, glicerol,
lidocaína, metilose, menta e água; Difenidramina 0,25 g, lidocaína 2 g, h
hidróxido de alumínio e água; Clorexidina 0,12%, lidocaína 1%, nistatina 100.000
unidades e água; Lidocaína, nistatina, sorbitol 70% e água.
Conclusão: Diversas soluções para bochechos e
medicamentos de ação tópica são úteis no controle da dor e da inflamação,
atuando como coadjuvantes no tratamento. A ausência de um modelo ideal de
tratamento para a mucosite reforça a necessidade da multidisciplinaridade,
sendo fundamental a participação do farmacêutico clínico na orientação e no estudo
para desenvolver uma formulação adequada para cada paciente.
Referência: (1) Estabilidade e Compatibilidade de Fármacos. Stabilis. Disponível em: http://www.stabilis.org. Acesso em 27 de setembro de 2017. (2) Trissel LA. Trissel’s Stability of Compounded Formulations. First Edition, Washington, DC: American Pharmaceutical Association, Washington, DC, 1996; Second Edition, 2000; Third Edition, 2005. (3) Clavijo MJL, Comes VB. Formulario Básico de Medicamentos Magistrales, 2ª Edición. España, 2007. (4) Souza GB. Formulário Farmacêutico Magistral, 2ª ed. São Paulo. Medfarma. 2017. (5) Nystatin 100.000 units/5 mL and sucralfate 1 g/5 mL oral suspension. Disponível em: http://www.ijpc.com. Acesso em: 28 de outubro de 2017. (6.) Rodriguez JLD. Cuidados paliativos y formulación magistral. Manual del paliativista. Fundación Cudeca. Madri. Spaña. 2012. (7) Nahata MC, Hipple TF. Pediatric Drug Formulations, Third Edition, Harvey Whitney Books Company, Cincinnati, OH, 1997. (8) Le soins de bouche. Service de Pharmacie. Centre Hospitalier Universitaire Vaudois. Disponível em: http://www.chuv.ch. Acesso em: 13 de junho de 2017. (9) Formulaire Therapeutic Magistral. Disponível em: http://www.fagg-afmps.be. Acesso em 13 de setembro de 2017. (10) Lidocaine 2% Diphenhydramine 0,5% Dexamethasone Sodium Phosphate 0,05% Solution. Disponível em: http://www.compoundingmatters.com. Acesso em 28 de agosto de 2017. (11) Lidocaína 5% Viscosa. Servicio de Farmacia. Institut Catala d’Oncologia-Duran y Reynalds. Barcelona. 2013.
Poster in: PCare 2018 - 3º Congresso Brasileiro de Farmacêuticos Clínicos - 10 e 11 de Maio de 2018 - Instituto Racine - São Paulo - SP
18 de julho de 2018
Perfil dos Pacientes em Terapia Antineoplásica Oral de um Centro Oncológico
Juliene Lima Mesquita1; Dayse de Souza Chaves Maia2; Maria Rosimeire Vieira Florêncio3; Andreza Ferreira Macêdo4; Romélia Pinheiro Gonçalves Leme1; Marta Maria de França Fonteles1; Maria Liliane Luciano Pereira5; Jardenis Gomes Alves2
1 Universidade Federal do Ceará (UFC). Fortaleza (CE), Brasil.
2 Núcleo de Oncologia e Hematologia do Ceará (NOHC). Fortaleza (CE), Brasil.
3 Centro Regional Integrado Em Oncologia (Crio). Fortaleza (CE), Brasil.
4 Hospital Regional da Unimed (Unimed Fortaleza). Fortaleza (CE), Brasil.
5 Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza (Fametro). Fortaleza (CE), Brasil.
Endereço para correspondência: Juliene Lima Mesquita. Rua Monsenhor Bruno, 2428, Ap. 1602, Joaquim Távora. Fortaleza (CE), Brasil. CEP 60115-046. E-mail: julmesq@gmail.com.
Introdução: O tratamento do câncer depende das características individuais do paciente e são várias as formas de tratamento, como cirurgia, quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia de forma individual ou associadas. Aquimioterapia consiste no uso de drogas antineoplásicas com finalidade de inibir a proliferação celular das células cancerosas e impedir que se espalhem pelo organismo. A administração pode ser de forma oral, subcutânea, intramuscular,tópica, intra-arterial, intracavitária, intraperitoneal, intratecal, intrapleural, endovenosa e intravesical. A terapia por via oral se encontra em expansão e em desenvolvimento na pesquisa destes fármacos.
Objetivo: Caracterizar o perfil dos pacientes em tratamento com drogas antineoplásicas orais.
Método: O estudo apresenta natureza quantitativa, descritiva e retrospectiva dos medicamentos antineoplásicos orais dispensados na farmácia, exceto hormonioterápicos, em um Centro de Oncologia, no período de janeiro a dezembro de 2016. Os dados foram coletados, por meio de um formulário estruturado, no prontuário dos pacientes. A pesquisa contou com a aprovação do Comitê de Ética de Pesquisa amparada nos critérios da resolução 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde (CNS).
Resultados: O estudo somou um total de 150 pacientes, dentre estes, a maioria são mulheres com 68% (n=102) enquanto os homens com 32% (n=48). Em relação à idade dos pacientes, a variação da idade entre 23 e 91, com média do grupo 60,04 anos. Estes resultados corroboram os estudos realizados por outros autores com pacientes oncológicos, que evidenciam maioria da população feminina e na faixa etária maior de 60 anos. O diagnóstico predominante foi o câncer de mama com 35,3% (n=53) seguido de Leucemia Mieloide Crônica 21,3% (n=32), de acordo com as estimativas do Instituto Nacional do Câncer, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no Brasil. O principal antineoplásico oral foi a Capecitabina 32,7% (n=49) seguido da Hidroxiureia 20,7% (n=31).
Conclusão: O estudo sobre os medicamentos permite um maior conhecimento sobre o farmacoterapia do paciente e partir disso, o farmacêutico determinar estratégias junto à equipe multidisciplinar em oncologia, para terapia antineoplásica adequada, efetiva e segura atravésde atividades da farmácia clínica.
Poster in: IX CONGRESSO BRASILEIRO DE FARMACÊUTICOS EM ONCOLOGIA. 2018.
1 Universidade Federal do Ceará (UFC). Fortaleza (CE), Brasil.
2 Núcleo de Oncologia e Hematologia do Ceará (NOHC). Fortaleza (CE), Brasil.
3 Centro Regional Integrado Em Oncologia (Crio). Fortaleza (CE), Brasil.
4 Hospital Regional da Unimed (Unimed Fortaleza). Fortaleza (CE), Brasil.
5 Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza (Fametro). Fortaleza (CE), Brasil.
Endereço para correspondência: Juliene Lima Mesquita. Rua Monsenhor Bruno, 2428, Ap. 1602, Joaquim Távora. Fortaleza (CE), Brasil. CEP 60115-046. E-mail: julmesq@gmail.com.
Introdução: O tratamento do câncer depende das características individuais do paciente e são várias as formas de tratamento, como cirurgia, quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia de forma individual ou associadas. Aquimioterapia consiste no uso de drogas antineoplásicas com finalidade de inibir a proliferação celular das células cancerosas e impedir que se espalhem pelo organismo. A administração pode ser de forma oral, subcutânea, intramuscular,tópica, intra-arterial, intracavitária, intraperitoneal, intratecal, intrapleural, endovenosa e intravesical. A terapia por via oral se encontra em expansão e em desenvolvimento na pesquisa destes fármacos.
Objetivo: Caracterizar o perfil dos pacientes em tratamento com drogas antineoplásicas orais.
Método: O estudo apresenta natureza quantitativa, descritiva e retrospectiva dos medicamentos antineoplásicos orais dispensados na farmácia, exceto hormonioterápicos, em um Centro de Oncologia, no período de janeiro a dezembro de 2016. Os dados foram coletados, por meio de um formulário estruturado, no prontuário dos pacientes. A pesquisa contou com a aprovação do Comitê de Ética de Pesquisa amparada nos critérios da resolução 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde (CNS).
Resultados: O estudo somou um total de 150 pacientes, dentre estes, a maioria são mulheres com 68% (n=102) enquanto os homens com 32% (n=48). Em relação à idade dos pacientes, a variação da idade entre 23 e 91, com média do grupo 60,04 anos. Estes resultados corroboram os estudos realizados por outros autores com pacientes oncológicos, que evidenciam maioria da população feminina e na faixa etária maior de 60 anos. O diagnóstico predominante foi o câncer de mama com 35,3% (n=53) seguido de Leucemia Mieloide Crônica 21,3% (n=32), de acordo com as estimativas do Instituto Nacional do Câncer, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no Brasil. O principal antineoplásico oral foi a Capecitabina 32,7% (n=49) seguido da Hidroxiureia 20,7% (n=31).
Conclusão: O estudo sobre os medicamentos permite um maior conhecimento sobre o farmacoterapia do paciente e partir disso, o farmacêutico determinar estratégias junto à equipe multidisciplinar em oncologia, para terapia antineoplásica adequada, efetiva e segura atravésde atividades da farmácia clínica.
Poster in: IX CONGRESSO BRASILEIRO DE FARMACÊUTICOS EM ONCOLOGIA. 2018.
15 de maio de 2018
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